Blog do Lininho  
Rapidinhas  
  • Segunda-feira, 15/10/2012 - 16h00
    AGUARDE... Logo você verá aqui as rapidinhas do blog do lininho..
Compartilhe
 
 

Que as portas que levam à felicidade se abram para nós todos os dias.

 
 
 
 
  Terça-feira, 26/7/2016 - 16h06
Seminário marca a implantação de projeto-piloto da Primeira Infância
Foto:  

O Comitê Estratégico do Programa da Primeira Infância, em parceria com a Prefeitura de Murici, realizou nesta terça-feira (23) o I Seminário da Primeira Infância em Alagoas, que marca a implantação do projeto-piloto do programa.

 

O Programa da Primeira Infância busca o fortalecimento da rede de proteção das crianças entre 0 e 6 anos de idade com ações integradas nas áreas da Assistência Social, Saúde e Educação, mas esperas estadual e municipal.

 

No seminário realizado nesta segunda-feira, os órgãos estaduais envolvidos apresentaram seu planejamento para o projeto-piloto em Murici, com metas estabelecidas nas reuniões intersetoriais realizadas nos últimos meses.

 

O secretário de Estado da Assistência e Desenvolvimento Social, Antônio Pinaud, destacou o suporte a gestantes e nutrizes e o acompanhamento das crianças em situação de risco e violação de direitos. "Este é um momento muito especial. Estamos participando da construção de uma nova geração de alagoanos com capacidades plenas e fortes vínculos afetivos. Estamos todos remando na mesma direção, voltados para o desenvolvimento", disse Pinaud.

 

Segundo o secretário, as áreas prioritárias definidas pela Secretaria da Assistência e Desenvolvimento Social são a alimentação e nutrição, convivência familiar e comunitária, cobertura de programas sociais às famílias das crianças e proteção contra toda forma de violência.

 

De acordo com a primeira-dama Renata Calheiros, coordenadora do Comitê Estratégico do Programa da Primeira Infância, o seminário cumpre uma das etapas mais importantes do projeto, o da sensibilização. "A intersetorialidade é o que o programa traz de inovador, agrupando as três áreas com o mesmo objetivo. Este é um projeto inédito em Alagoas, que vai servir de modelo para todos os municípios alagoanos com índices preocupantes na faixa da primeira infância", disse a primeira-dama.

 

A partir do seminário desta segunda-feira, segundo Renata Calheiros, começam os ciclos de capacitação dos agentes municipais em cada área de atuação. "Com isso, vamos iniciar o trabalho em campo, visitando as famílias, colocando em prática as ações", explicou.

 

PROJETO-PILOTO

 

O município de Murici foi escolhido para sediar o projeto-piloto do Programa da Primeira Infância por diversos fatores, positivos e negativos, entre eles sua proximidade com a capital alagoana, a existência de creches e hospital, sua baixa capacidade de investimentos públicos e carência em capacitação e treinamento voltados à primeira infância.

 

Agencia Alagoas 

  Segunda-feira, 25/7/2016 - 15h47
Redes sociais: perigos concentrados entre os 8 e 12 anos

Na Argentina, Micaela Ortega, de 12 anos, foi assassinada após encontrar-se com um homem de 26 que conheceu pelo Facebook. As crianças de 8 a 12 anos presas à Internet constituem o grupo mais vulnerável para um abusador sexual.

Segundo especialistas citados pelo diário “La Nación” de Buenos Aires, os pais que começam a se preocupar com a vida virtual de seu filho quando esse faz 12 anos estão chegando tarde.

Ainda são crianças, mas não estão mais na infância. Só viveram absorvidas por relações virtuais, quase sem contato com o mundo, e são ignorantes e inermes face aos perigos do mundo real.

“Ë preciso começar mais cedo, pois a partir dos 8 anos já correm risco”, disse Sebastián Bortnick, presidente da ONG argentina Cibersegura, que promoveu a lei que transformou em delito o acosso sexual a menores pela Internet e outros meios eletrônicos.

“Sete de cada dez meninos e meninas entre 10 e 12 anos já criaram um perfil numa rede social”, afirma Roxana Morduchowicz, doutora em comunicação pela Universidade de Paris. “Nós nos reuníamos para brincar na casa de um amigo, na rua ou na praça, mas hoje as crianças se encontram na Rede”, diz ela.

“Temos de fornecer aos nossos filhos as ferramentas de reflexão e pensamento crítico para duvidar das propostas antes dos 11 anos. Se você não olha os perfis dos filhos antes de 12, vai encontrar surpresas, vai ver que houve conversas antes”, explica Marcela Czarny, da ONG Chicos.net.

 “É preciso lhes falar dos riscos, perguntar o que eles fizeram esse dia na Internet, o que viram, com quem falaram. Não como um controle policial, mas como um tema de conversação.

“Faz bem às crianças sentirem que nós estamos presentes, que podem conversar conosco sobre o que fizeram e com quem falaram”, diz Morduchowicz.

 “O que não pode acontecer é o pai se desentender. É preciso criar nos filhos a ideia de que estão sendo observados para o seu bem. Não podemos ignorar as redes que eles usam, seja Facebook, Instagram ou Snapchat. Não fazer isso enquanto pais é olhar para o outro lado”.

          ( * ) Luis Dufaur é escritor, jornalista, conferencista de política internacional e colaborador da ABIM

  Terça-feira, 19/7/2016 - 19h50
Convenio entre AMA e FGV garante descontos a servidores municipais
Foto:  

Um convênio de cooperação entre a Associação dos Municípios Alagoanos – AMA- e a Faculdade de Negócios e Administração da FGV , garante aos servidores públicos , cônjuges e seus descendentes, ensino de qualidade com descontos de 32% nos cursos de graduação e 15% nas pós-graduações e cursos de MBA .

Para o presidente da AMA, prefeito Marcelo Beltrão, incentivar o estudo e a capacitação dos servidores públicos é garantir eficiência cada vez maior na gestão pública.

Participaram da assinatura, pela FAN/FGV, o diretor comercial Jônatas Santos e pela AMA, o presidente Marcelo Beltrão, o secretário geral Jorge Dantas,o prefeito Manoel Tenório e o gerente de Projetos, Pedro Ferro.

A FAN – Faculdade de Administração e Negócios foi fundada em 2009 com o objetivo de ser uma sólida opção para a formação e desenvolvimento de pessoas com foco na preparação de profissionais, executivos e líderes para Alagoas. Conveniada da Fundação Getulio Vargas – FGV, oferece curso de graduação em Administração de Empresas e formação continuada do programa FGV Management, Certificação de Qualidade e Online, que atendem aos diversos segmentos de profissionais de administração de empresas privadas, públicas e do terceiro setor.

A FAN-FGV firmou-se como instituição de ensino através da OFM, que está no mercado desde 1996 oferecendo soluções em TI específicas para cada empresa e cliente. Buscando a excelência profissional e empresarial, a OFM teve contato com a FGV e seus cursos, e em 2007, em uma iniciativa arrojada e desenvolvimentista passou a canalizar investimentos na área de ensino. Assinou o convênio com essa renomada instituição de ensino que tem como missão o desenvolvimento do país através da educação e passou a oferecer toda a cadeia de produtos, serviços e principalmente de cursos da FGV em Alagoas. A OFM buscou, através desta parceria, aperfeiçoar sua visão e percepção da administração, trazendo o conhecimento dos melhores formadores de administradores do país.

  Domingo, 17/7/2016 - 20h46
Mobilização municipalista quer garantir 0,25% do FPM

Prefeitos de todo o país vão iniciar uma campanha para que o governo federal pague 0,25% do FPM, negociado com ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha. Na ocasião, Padilha garantiu o pagamento do 1% do Fundo – conforme Emenda Constitucional aprovada no Congresso Nacional, mas, para frustração dos gestores, apenas 0,75% do percentual legal foi liberado pelo Tesouro.

Em Alagoas, o valor que deixou de entrar nos cofres das cidades é de R$ 18.802.045,68. Os prefeitos, que vêm enfrentando quedas constantes do FPM por causa da crise econômica do país, contavam com essa arrecadação para pagar fornecedores, atualizar salários, garantir contrapartidas para obras necessárias e fazer ajustes na saúde e educação, não sabem agora como ajustar ainda mais as contas.

Os municipalistas, entre eles o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Marcelo Beltrão, que esperavam ouvir do presidente interino Michel Temer o cumprimento da Constituição, saíram decepcionados e frustrados da reunião, convocada pelo próprio Temer. O valor anunciado de liberação de R$ 2,7 bilhões aos municípios brasileiros é inferior ao que é de direito, RS 3,4 bilhões. Esse valor se refere à Emenda Constitucional aprovada pelo Congresso e que concedeu mais 1% no FPM, repassado em duas parcelas: 2015 e 2016. Até então o FPM era formado por 23,5% do que a União arrecadava com o Imposto de Renda (IR) e com o Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). A emenda, porém, determinou o seu aumento para 24,5%, ou seja, o 1% que os municípios cobram desde então.

Este ano, para surpresa dos gestores, o governo deu uma nova interpretação a lei e reduziu o repasse para 0,75%. “O governo não está fazendo nenhuma benesse para os municípios. Os recursos estão previstos na Constituição desde que foram aprovados por uma PEC em 2014, que posteriormente se transformou na Emenda Constitucional número 84. É uma obrigação, não um favor”, disse o presidente da AMA.

Além dos 0,25% que deixou de pagar, a União ainda deve R$ 45 bilhões em restos a pagar aos municípios. Segundo a Confederação Nacional dos Municípios (CNM), o total se refere a despesas empenhadas, mas não pagas no exercício. Neste último ano de mandato, os prefeitos estão preocupados, inclusive, em não conseguir fechar as contas e serem enquadradas como ficha-suja A CNM, calcula que 70% dos prefeitos no País não consigam fechar as contas até o fim do ano, quando termina o mandato iniciado em janeiro de 2013.

O vice-presidente da CNM, Glademir Aroldi, disse que “não dá para ficar dando golpe nos municípios, como foi dado no ano passado, quando tinha que pagar 0,5% de FPM por uma emenda constitucional, e pagou apenas 0,25%. E agora um novo golpe, quando tem que pagar 1%, e vai pagar 0,75%”.

Mas não é apenas o não cumprimento da Constituição que tem provocado um desajuste nas contas municipais. Além de cobrar os 0,25%, os prefeitos entregaram a Michel Temer a pauta municipalista, que inclui itens importantes como a atualização da Lei Complementar do Imposto Sobre Serviços (ISS) 116/2003. O texto, que favorece as prefeituras, altera a forma de recolhimento do ISS sobre as operações com cartões de crédito ou débito para o local do tomador.

Outra reivindicação dos gestores municipais é para que ocorra o encontro de contas das dívidas previdenciárias para evitar o abatimento dessas dívidas no Fundo de Participação dos Municípios e para que a União quite débitos de previdência com as prefeituras. “Em 2009, a dívida era de R$ 24 bilhões e saltou, em 2011, para R$ 62 bilhões. Desde então, a CNM não consegue mais mensurar o montante da dívida, mas acredita que, atualmente, deve estar acima dos R$ 100 bilhões”, indicou a entidade na carta divulgada mês passado.

Também faz parte da pauta uma instrução normativa da Receita Federal do Brasil (RFB) que mudou o entendimento sobre o recolhimento do Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) dos prestadores de serviço. A publicação diz que esses recursos agora devem ser repassados à União, deixando de ser receita própria dos Municípios. Além disso, a portaria ainda prevê que as administrações municipais devolvam o recolhimento retroativo de cinco anos.

Há anos na pauta do movimento municipalista, o reajuste dos valores repassados pelo governo para a execução dos programas federais, geridos pelos Municípios, se mantém entre as reivindicações urgentes. Como explica a CNM, existem mais de 300 programas sem reajuste há mais de quatro anos. Ainda sobre o tema, os municipalistas esperam postura da presidência da República para evitar os sistemáticos atrasos nos repasses, principalmente das políticas públicas das áreas de saúde, educação e assistência social.

com informações da CNM

  Quinta-feira, 14/7/2016 - 20h03
Uso excessivo de celulares e tablets pode causar Lesões por Esforço Repetitivo (LER)
Foto:  

Para se divertir ou trabalhar o uso em excesso dos aparelhos eletrônicos como smartphones e tablets pode desencadear sérias dores musculares e problemas posturais, quando são utilizados de forma errada. Alguns deles são a tendinite e a bursite que podem atingir ombros, cotovelos e punhos. Além de dores na coluna pela má postura ao manuseá-los.

 

De acordo com Ana Rafaella Gomes, que é fisioterapeuta da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), as lesões causadas pelo manuseio errado dos aparelhos pode desencadear Lesão por Esforço Repetitivo (LER). “Para evitar esses problemas o ideal é sempre estar fazendo alongamentos, tanto de punhos, como cotovelos, ombros e também lembrar da região cervical para prevenir problemas de coluna”, orienta a fisioterapeuta.

 

Outra indicação feita pela profissional da saúde é a maneira mais correta para utilizar os smarthphones. “Sempre manter o celular na altura dos olhos, mantendo a coluna ereta com os cotovelos apoiados, e as mãos em uma posição neutra, elevando o celular para não flexionar a região cervical”, disse Ana Rafaella.

 

A fisioterapeuta ainda lembra que quando a pessoa já tiver desenvolvido o problema o indicado é procurar um médico e um fisioterapeuta para que seja iniciado o tratamento adequado para a doença.

 

Dicas de exercícios – Ana Rafaella explicou como os alongamentos devem ser realizados pelo menos três vezes por dia. “Primeiro devemos fazer a flexão de punho, com a extensão do cotovelo, e manter flexionado para cima e para baixo por mais ou menos 10 segundos repetindo duas vezes em cada punho, mantendo sempre os cotovelos estendidos para ter um melhor aproveitamento do exercício. Após os punhos o importante é fazer a rotação de ombro e sempre manter a coluna ereta para não prejudicar a coluna vertebral”.


Agência Alagoas
  Quinta-feira, 14/7/2016 - 12h40
Inscrições prorrogadas até 18 de julho para programa de formação de educadores e gestores pedagógicos
Foto:  

O programa Gestão para a Aprendizagem, da Fundação Lemann e da Elos Educacional, foi reformulado e ampliado. A partir de agora oferecerá dois anos de consultoria e formação pedagógica gratuitas para técnicos de secretarias de educação, gestores escolares e professores. O objetivo é empoderar as redes e suas escolas para um ciclo virtuoso de identificação de necessidades e implementação de intervenções que estejam focadas exclusivamente na melhora no aprendizado dos alunos. As inscrições são gratuitas e os participantes e as secretarias de educação não terão custo com as atividades e o conteúdo desenvolvido ao longo do programa.

O desafio de garantir uma educação de qualidade com equidade, ou seja, para todos os alunos, demanda um esforço conjunto desde quem vive o dia a dia da sala de aula até quem trabalha na gestão da rede de ensino. Por isso, a nova proposta do programa Gestão para Aprendizagem apresenta novidades. Entre elas:

- Consultoria em gestão para a liderança pedagógica da secretaria e equipe técnica de acompanhamento das escolas. Os eixos norteadores do trabalho da consultoria são: diagnóstico, elaboração e implementação do plano de ação da secretaria e avaliação.

- Formação de gestores escolares: formação continuada de diretores e coordenadores pedagógicos com duração de dois anos nos formatos presencial e online.

- Formação de professores: profissionais da secretaria de educação responsáveis por formação de professores participam de um curso presencial e online, com foco em aprimoramento da prática docente. Os professores da rede também recebem formação continuada nesta temática em formato online com módulos semestrais.

Esta edição do Gestão para a Aprendizagem ocorrerá ao longo de dois anos, entre agosto de 2016 e julho de 2018. As inscrições foram prorrogadas e podem ser realizadas até 18 de julho. Apenas redes públicas de ensino (estaduais ou municipais) podem participar. No edital há mais informações e as inscrições devem ser realizadas por meio do formulário eletrônico.

Sobre a Fundação Lemann

Fundada em 2002 pelo empresário Jorge Paulo Lemann, a Fundação Lemann é uma organização familiar sem fins lucrativos. O objetivo é que participar das iniciativas e ações, é contribuir para que o Brasil tenha soluções inovadoras de alta qualidade no cotidiano da educação, professores capazes de garantir o aprendizado de todos os alunos para que promovam transformações sociais de alto impacto e um padrão claro e de altas expectativas do que é esperado que todos os alunos aprendam.

Sobre a Elos Educacional

A Elos Educacional é uma empresa de Consultoria Educacional que tem como principal objetivo contribuir com a formação de professores e equipes gestoras com ênfase na gestão e prática de sala de aula. A empresa nasceu da experiência acumulada de duas educadoras que atuaram como professoras e gestoras de escolas públicas e privadas em São Paulo e que gostariam de compartilhar suas experiências com outros educadores que querem ser agentes de transformação da educação brasileira.

Fonte: Ascom Fundação Lemann com adaptações

  Terça-feira, 12/7/2016 - 20h13
Celular na escola, pode ou não pode?

Com o maior acesso das crianças e jovens aos dispositivos móveis, como celulares e tablets, proibir ou não o uso desses aparelhos na escola tornou-se dúvida recorrente entre gestores, professores e pais. Não há resposta única para essa dúvida. Depende muito da relação que a instituição tem com toda a comunidade escolar e com os alunos.

Como a escola é um espaço para a aprendizagem, é fundamental que professores e gestores criem um ambiente que propicie esse aprendizado. Se os alunos estão usando o celular na hora da aula e isso está prejudicando a aprendizagem deles, é preciso que a escola intervenha. Nesse caso, o melhor caminho não é simplesmente proibir, mas dialogar com a turma para que todos entendam o melhor momento do uso dos aparelhos.

Esse diálogo pode não ser fácil e depende da forma como a escola veio construindo sua relação com os alunos. Se esse relacionamento ainda é conflituoso, no início talvez seja preciso adotar regras mais rígidas; caso essas questões estejam melhor resolvidas entre os alunos e a escola, as próprias crianças e jovens vão entender quando o uso é adequado ou não.

O importante é não encarar o celular como uma ameaça ao aprendizado, mas como uma ferramenta: os aparelhos eletrônicos estão cada vez mais presentes nas nossas vidas, assim como no dia a dia da molecada, e podem ser um bom recurso pedagógico quando usados de forma planejada e intencional.

Existem alguns exemplos de como os professores podem usar o celular de forma interessante. Nas aulas de história, por exemplo, são comuns as atividades em que o professor pede aos alunos que entrevistem pessoas idosas da comunidade e busquem descobrir mais sobre a história do bairro e da cidade. Já pensou que bacana seria se os alunos pudessem gravar essas conversas com os seus celulares e depois fizessem uma espécie de documentário? E se os alunos fossem encorajados a desenvolver aplicativos, estimulando a criatividade e fazendo uso da lógica? Com uma proposta pedagógica consolidada, há diversos usos possíveis da tecnologia no dia a dia escolar.

Quando a turma toda está envolvida em uma atividade interessante, que os estimule, o aluno que ficar de fora por desinteresse ou indisciplina será o peixe fora d’agua, e as crianças têm o discernimento de interpretar essas situações. As crianças e os jovens querem aprender e expressar sua curiosidade e criatividade. E isso é fundamental para o processo de aprendizagem.

Em questões como essa é também imprescindível o diálogo com as famílias. A intencionalidade da escola precisa ser compartilhada e explicitada, seja com o uso ou não de  dispositivos tecnológicos. Isso fortalece o vínculo e ajuda a conscientizar os alunos sobre a importância daquilo que estão aprendendo.

O GLOBO

  Terça-feira, 12/7/2016 - 20h07
Secti lança edital para exposição interativa de ciências Experiment-AL
Foto:  

Será lançado, nesta quarta-feira (13), às 9h, no auditório do Museu da Imagem e do Som de Alagoas (Misa), no bairro do Jaraguá, o edital que selecionará 50 trabalhos de estudantes de escolas públicas (estaduais e municipais) e privadas para serem apresentados na exposição interativa de ciências da educação básica, Experiment-AL.

 

A ação é uma iniciativa da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), o Instituto Federal de Alagoas (Ifal), o Maceió Shopping e a Fundação de Amparo à Pesquisa de Alagoas (Fapeal).

 

As inscrições para participar da seletiva também se iniciam nesta quarta e seguem até o dia 30 de outubro no site www.experiment.al.gov.br. Podem participar professores e alunos que tenham pesquisas voltadas para a área técnico-científica, social e cultural. Cada professor pode inscrever até três trabalhos na categoria grupo, que são aqueles desenvolvidos por uma equipe de até cinco alunos. Serão aceitos trabalhos em formato de maquetes, cartazes, pôsteres, pequenos experimentos didáticos, resultados investigativos e protótipos.

Os cinquenta trabalhos selecionados deverão ser apresentados na Experiment-AL que acontecerá nos dias 29 e 30 de novembro, no estacionamento do Maceió Shopping, onde serão reavaliados, gerando uma premiação para os primeiros lugares do ensino fundamental e médio, que receberão uma bolsa de iniciação científica, disponibilizadas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os critérios de avaliação serão: qualidade técnico-científica; adequação às normas da ABNT; criatividade e inovação; clareza e objetividade e engajamento da equipe durante o evento.

 

Esse é um projeto aprovado no edital (chamada MCTII/CNPq/SECIS n 20/2015). O propósito da Experiment-AL é promover a interação com diversas redes de ensino do estado, valorizando a formação científica de jovens nas escolas de educação básica e profissionalizante, estimulando o interesse de futuros cientistas e professores e proporcionando aos alunos uma maior aproximação com o universo da pesquisa.

Agência Alagoas

  Terça-feira, 12/7/2016 - 10h28
AMA, Estado e comércio discutem regularização das Feiras Itinerantes

A convite da Federação do Comércio de Alagoas, o presidente da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA), Marcelo Beltrão, participou da reunião, na tarde desta segunda-feira (11), sobre formalização das feiras itinerantes. O secretário de Estado da Fazendo, George Santoro, também participou do encontro ao lado de diversos representantes do setor hoteleiro e do comércio.

A discussão foi iniciada na semana passada estava idealizando a criação de uma comissão que pudesse estipular uma formalização das feiras que percorrem o interior do Estado, muitas vezes, sem nenhuma autorização formal dos órgãos públicos e sem o recolhimento dos impostos regulares, causando uma concorrência desleal com o comércio local.

“Os municípios têm dificuldade de arrecadação. Fazer com que aquele evento irregular se torne também uma fonte de arrecadação é importante para a gestão municipal. Mas, o que mais nos preocupa é a concorrência danosa desse tipo de feira com o comercio local, que é quem emprega e faz a economia do município girar”, afirmou o presidente da AMA, Marcelo Beltrão.

Para os representantes dos órgãos ligados ao comércio, as feiras irregulares causam mais prejuízos do que apenas a sonegação fiscal. Atrapalham o trânsito, estimulam a pirataria e desrespeitam os direitos do consumidor, além de causar uma concorrência desleal com o comerciante local que precisa pagar impostos.

Durante o encontro, a Fecomércio entregou ao secretário George Santoro um exemplar da lei que regulamenta as Feiras Itinerantes em Santa Catarina, para que o Estado possa tomar como base as ações que serão tomadas em Alagoas. A contribuição dada pelo Secretário é de incluir na minuta de Lei que os bombeiros e as prefeituras só poderiam conceder o alvará de funcionamento, depois que o Fisco for informado, tiver aprovado e recolhido os tributos daquele comércio itinerante.

“Nosso objetivo não é proibir, mas sim disciplinar.  Com a Sefaz e a AMA será mais fácil entrar num consenso entre Estado e Municípios”, endossou Wilton Malta, presidente da Fecomércio. “Não é apenas uma questão simples e direta da cobrança do imposto, que é importante também, mas é uma preocupação social e econômica”, ressaltou a assessora legislativa da Fecomércio, Cláudia Pessoa. Uma nova reunião deve ser agendada para apresentação da minuta e aprovação do setor.

AMA

  Segunda-feira, 11/7/2016 - 15h19
Quanto tempo deve durar um contato visual?

Quem, mesmo não querendo, nunca fugiu de um contato visual? Ele pode dar arrepios nos mais tímidos e até ajudar a diagnosticar sintomas de autismo, por exemplo. Mas quanto tempo ele deve durar?

Em busca dessa resposta, cientistas observaram que não só seres humanos, mas também os animais trocam olhares para transmitir sentimentos de ameaça ou interesse. Mas aí entra o dilema: se uma pessoa fixa o olhar em outra por pouco tempo, dependendo do contexto, pode parecer desinteressada. Já se o contato visual for muito longo, pode ser um pouco assustador para o observado.

A pesquisa, publicada na revista da Royal Society Open Science, entrevistou cerca de 500 visitantes do Museu de Ciência de Londres - 224 deles eram do sexo masculino, entre 11 e 79 anos. 

Cada participante observou 40 clipes do mesmo ator ou atriz, fazendo contato visual com eles por vários períodos de tempo. Enquanto isso, a dilatação da pupila dos candidatos - tida pelos cientistas como um indicador de excitação fisiológica - era registrada.

A grande maioria dos participantes preferiu manter um contato visual que durasse entre dois e cinco segundos. Ninguém preferiu contatos visuais que durassem menos de um segundo ou mais de nove segundos.

Além disso, o estudo descobriu que as preferências dos voluntários não dependem de gênero, traços de personalidade ou atratividade.

O tempo vencedor foi uma média de 3,3 segundos, que coincide com alguns estudos preliminares publicados na década de 1970. Ou seja, cuidado ao estabelecer um contato visual menos ou mais longo: você corre o risco de passar a impressão errada.

 

EXAME.com

 
Foto:
Clique na imagem para ampliar
 
 

  Você é a favor do uso do celular na escola?